quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Sábado rola o 7º Encontro Paulista de Hip Hop

A 7ª edição do Encontro Paulista de Hip Hop, realizado pela Secretaria de Estado da Cultura, vai agitar o Memorial da América Latina com apresentações do Sandrão RZO, DJ King, exposições sobre Sabotage e de Boom Box e o inédito Torneio de Basquete 3X3. O evento será realizado no dia 21 de dezembro, das 12h às 22h, na Praça Cívica, espaço aberto que une os prédios da Galeria, Biblioteca e do Salão de Atos, sob o tema Sonhos [EM]Quadros. Com entrada franca, o público poderá conferir atrações de música, dança, grafite, workshops, exposições, bate-papos, entre outras.
Criado em 2007, o Encontro Paulista de Hip Hop tem como principal objetivo ampliar as questões acerca das políticas públicas para os jovens, sobretudo no que diz respeito à cultura. Nesta edição, o evento traz um debate sobre o sonho do direito à igualdade: tema explorado pelo rap, grafite, street dance e outras manifestações do Hip Hop. Na ocasião, poetas farão uma homenagem ao ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela (1918-2013), ícone da luta pela igualdade racial.
A programação dessa edição conta com o Torneio de Basquete 3X3, uma competição de habilidades e enterradas, na categoria livre. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.basquete3x3.com.br. O torneio acontece, das 12h às 17h.
Mais tarde, às 20h, DJ King, considerado referência pelas inúmeras vertentes em que movimenta o mercado do Hip Hop brasileiro, encerra o evento com participações especiais de Pepeu, Raphão Alafin, Xis, Potêncial 3 e Sandrão RZO. Nomes importantes na cena Hip Hop nacional, eles prometem um show diversificado e com muita animação.
Em uma edição repleta de homenagens às mulheres, o Encontro preparou uma atração de dança especial. [ELAS] Em Homenagem a São Bento apresenta dançarinas de breaking vindas de diversas regiões de São Paulo e, inclusive, de outros estados. Convidadas por Miwa, quinze mulheres dançam ao som do DJ Gato Magro, a partir das 13h30.
Ao longo do dia a programação não para – são diversas atrações dedicadas a toda família. Além dos workshops e bate-papos, o público conta, também, com a participação fiel dos integrantes das culturas low rider e low biker, representados pelos grupos Vida Real Car Club, Otra Vida Bike Club e Clã Munhão Bike Club, das 12h às 18h. Também tem batalha de rimas, oficinas de DJs e um espaço dedicado ao grafite. As crianças podem se divertir no Espaço Erê, que oferece oficinas de breaking e contações de histórias.
Mais uma dica imperdível é a exposição 10 Anos Sem Sabotage, organizada por Toni C, autor da biografia oficial do rapper lançada neste ano. Outra mostra relembra o início da história do Hip Hop, com diversos tipos e estilos de Boom Box, trazidos de Jacareí, interior de São Paulo.
7º Encontro Paulista de Hip Hop21 de dezembro (sábado) das 12h às 22h
Memorial da América Latina – Praça Cívica
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – ao lado da estação de Metrô Barra Funda
Entrada Gratuita

Postado por em 19 de dezembro de 2013 ás 3:35  em:
http://www.rapnacional.com.br/portal/sabado-rola-o-7o-encontro-paulista-de-hip-hop/

Soneto de Fidelidade

De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinicius de Moraes

domingo, 15 de dezembro de 2013

Corpo de Nelson Mandela é sepultado em aldeia sul-africana


O corpo de Nelson Mandela foi enterrado neste domingo (15) em uma cova perto da casa da família em Qunu, na província de Eastern Cape, na África do Sul.
O enterro contou com a presença de membros da família e líderes sul-Africanos, e seguiu-se a um funeral de Estado e dez dias de luto carregado de emoção para o ex-presidente e lengendário líder anti-apartheid, que morreu em 5 de dezembro, com 95 anos de idade.
O caixão com o corpo de Mandela foi transportado em um cortejo militar da casa da família até o local do funeral, uma grande tenda montada na residência da família, e estava estava coberto com a bandeira sul-africana.
Uma grande foto de Mandela estava na tribuna, com 95 velas dispostas em duas fileiras.
"Recordo o homem alto, saudável, forte, o boxeador", afirmou aos presentes seu amigo Ahmed Kathrada, que passou 18 anos na prisão de Robben Island ao lado de Mandela e fez um discurso emocionado.
"Caminhamos lado a lado pelo vale da morte, sempre nos apoiando. Perdi um irmão, não sei com quem vou falar".
A neta Nani falou sobre os momentos de intimidade familiar e revelou que o avô era um "grande narrador de histórias", que também recordava a todos sobre as obrigações, "para nos prepararmos para sermos melhores na vida".
Quase 4.500 convidados acompanharam a cerimônia, que começou com o hino nacional e as canções "Lizalis idinga khalo" ("Cumpre tua promessa") e "Jerusalem likhaya lami".
Entre os presentes estavam o arcebispo e Nobel da Paz Desmond Tutu, velho amigo de Mandela, que no sábado afirmou não ter sido convidado, a viúva Graça Machel, assim como Winnie Mandela, que foi a segunda esposa do líder sul-africano.
Também estavam em Qunu o reverendo americano e ativista dos direitos civis Jesse Jackson, o magnata britânico Richard Branson, o ex-primeiro-ministro francês Lionel Jospin, o político norte-irlandês Gerry Adams, a apresentadora de televisão americana Oprah Winfrey e os atores Forrest Whitaker e Idris Elba, que interpreta Mandela no cinema.
O líder sul-africano, falecido em 5 de dezembro aos 95 anos, seria sepultado depois do funeral celebrado sob o ritual etnia xhosa, que inclui o sacrifício de um boi.
A família, amigos, velhos companheiros de luta, militares e líderes tribais caminharam até o local da sepultura. No total, 450 pessoas estavam no grupo, incluindo Branson, Tutu e Winfrey.
Em todo o país foram instalados telões para a transmissão da cerimônia. (Com Reuters e AFP)

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Rio acima - Castelo Hanssen

Rio acima ( Castelo Hanssen ) Navegando rio acima Num barquinho de papel, numa aventura cruel Cuja loucura me anima, Eu vou atrás de uma rima Que rime com tudo, enfim, Que existe dentro de mim E nunca será olvidado, Eu vou atrás do passado, Da nascente de onde eu vim. Como um novo bandeirante, De costas para o oceano, Eu vou seguindo o meu plano, Meu viver itinerante. E nesse buscar constante, hei de ser um curumim, um molequinho levado que hei de encontrar no passado, na nascente de onde eu vim. Cansado da modernagem, Quero voltar às origens Para fugir da vertigem, Para fugir da miragem. E nessa louca viagem Eu quero fugir, assim, De um presente tão ruim, De tanto sonho frustrado. Quero voltar ao passado, À nascente de onde eu vim Nessa viagem de volta Quero rever a paisagem Que vi na outra passagem. Paisagens talvez já mortas, Escritas por linhas tortas Num rascunho de nanquim. Começando pelo fim No meu errar acertado, Eu vou atrás do passado, da nascente de onde eu vim. Nas margens da minha vida Vi tantas flores se abrindo, A natureza sorrindo. Paisagem hoje esquecida, Que muita gente duvida Até da cor do jasmim, Do perfume do alecrim E dos campos orvalhados. E eu vou atrás do passado, Da nascente de onde eu vim. E mesmo assim, com coragem, Vou levando o meu barquinho, Pois aprendi a ser sozinho E nem olhar para a margem. Quando sentir as paragens Que pairam dentro de mim Eu terei chegado, enfim, Ao meu país encantado, Terei chegado ao passado, À nascente de onde eu vim.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Aos 72 anos, Ney Matogrosso está atento ao passar do tempo. Em turnê e com um álbum de estúdio recém-lançado, cumpre uma rígida rotina diária de musculação pela manhã, em sua cobertura no Rio, que lhe garante toda a energia e flexibilidade necessárias para ser Ney Matogrosso. Nos palcos, seu habitat natural, ele comemora 40 anos de carreira. E mesmo quem já o viu tantas vezes ao vivo é capaz de se impressionar com sua performance, que dá indícios de ser simplesmente perene.
"Eu acho que existe, sim, um prazo de validade para mim, e uma hora ele vai aparecer. Só não sei quando chegará", diz o cantor por telefone ao UOL. "Minha performance sempre foi muito física. E as pessoas sempre dizem que estou muito bem para alguém da minha idade. Então eu tendo a acreditar."
As marcas inapeláveis dos anos de fato precisam ser relativizadas quando envolvem um dos maiores intérpretes da música brasileira ("Nem penso nisso, procuro só fazer o meu trabalho", ele diz). Ney é jovem também musicalmente. Em diálogo com a nova geração, escolheu rechear seu novo trabalho, o disco "Atento aos Sinais", de compositores jovens, não necessariamente ligados à MPB, vindos de vários estados do Brasil.
Nomes como os rappers Criolo e Vitor Pirralho, o guitarrista Dani Black, e Beto Boing, da banda paulistana Zabomba, dividem ---em pé de igualdade-- espaço com Paulinho da ViolaLeninePedro Luís e o sempre presente Itamar Assumpção. "O resultado eu chamo de pop, mas um pop que se aproxima do rock. O rock sempre esteve presente na minha vida. Foi o início de tudo para mim. Mas, claro, eu não quero e nem consigo me prender a ele", admite.
Nas palavras curtas e sintéticas de Ney, não há um conceito ou tema que fazem girar o novo álbum, cujo repertório, de 19 faixas, teve de ser reduzido para 14. As restantes estão no show homônimo que ele apresenta desde fevereiro pelo Brasil. O registro do DVD ao vivo está previsto para 2014.
"Não quis montar o repertório para ter uma mensagem específica. A não ser, talvez, na abertura", conta, em referência à "Rua da Passagem", de Arnaldo Antunes e Lenine, que abre "Sinais da Idade". Nela, que faz do trânsito uma espécie de metáfora mundana para a intolerância, ele canta em tom ríspido: "Travesti, trabalhador, turista, solitário, família, casal. Todo mundo tem direito à vida e todo mundo tem direito igual".
"Acho que regredimos em termos de direitos. Sei que existe muito mais abertura do que existia quando comecei, muito mais temas que são aceitos e podem ser debatidos. Mas não consigo ver um avanço real nas conquistas", entende.
O pessimismo, no entanto, desaparece para falar de sua grande conquista: a inteligência da maturidade. É como se o cantor enfim pudesse encerrar o ciclo de "Idade de Ouro" (de "Água do Céu - Pássaro", seu primeiro disco solo, de 1975), em que aguarda solene por "aquele velho tesouro", um "Deus à toa e uma vida boa".
"O que me motiva hoje a levantar da cama e trabalhar todos os dias? O que sempre me motivou. Só que agora, mais velho, acrescentei outras coisas à minha rotina, que me completam". O quê? "Sair, ir ao cinema, fazer [os trabalhos de] iluminação. Hoje sei aproveitar melhor minha vida."

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

10 de Dezembro - Dia do Palhaço

Palhaço Arrelia (foto)
Estas estrofes populares do antigo Palhaço Carequito (Não confundir com Carequinha) dizem bem do caráter destes profissionais que nos divertem:
"Eu quero explicar a vocês
O que é ser um palhaço...
...Muita gente diz palhaço
Quando quer xingar alguém
E esse nome pronunciam 
com escárnio e desdém
E ao ouvir pesta palavra
Outros sentem até pavor
Como se o palhaço fosse
Criatura inferior...
...Para ser um bom palhaço
É preciso ter alma forte
E também nervos de aço
É preciso além de tudo
Ter um  grande coração
Pra sentir isso que sinto
Grande amor à profissão.
O palhaço também tem 
Suas noites de vigília
Pois na barraca modesta 
ele tem sua família...
...Ser palhaço é saber
Disfarçar a própria dor
É saber sempre esconder
Que também é sofredor
Se o palhaço está sofrendo 
Ninguém deve perceber 
Pois o palhaço nem tem
O direito de sofrer!"

sábado, 7 de dezembro de 2013

Tente Outra Vez - Raul Seixas


Veja!
Não diga que a canção
Está perdida
Tenha fé em Deus
Tenha fé na vida
Tente outra vez!
Beba! (Beba!)
Pois a água viva
Ainda tá na fonte
(Tente outra vez!)
Você tem dois pés
Para cruzar a ponte
Nada acabou!
Não! Não! Não!
Oh! Oh! Oh! Oh!
Tente!
Levante sua mão sedenta
E recomece a andar
Não pense
Que a cabeça aguenta
Se você parar
Não! Não! Não!
Não! Não! Não!
Há uma voz que canta
Uma voz que dança
Uma voz que gira
(Gira!)
Bailando no ar
Uh! Uh! Uh!
Queira! (Queira!)
Basta ser sincero
E desejar profundo
Você será capaz
De sacudir o mundo
Vai!
Tente outra vez!
Humrum!
Tente! (Tente!)
E não diga
Que a vitória está perdida
Se é de batalhas
Que se vive a vida
Han!
Tente outra vez!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Adeus Mandela

Nelson Mandela, primeiro presidente negro da África do Sul, morreu  aos 95 anos de idade. O anúncio foi feito pelo Presidente Jacob Zuma, que disse que 'Madiba' terá funeral de Estado.

"Ele está agora a descansar. Ele está agora em paz. A nossa nação perdeu o seu maior filho. O nosso povo perdeu um pai", disse o Presidente sul-africano, Jacob Zuma, numa declaração televisiva.
'Madiba', nome carinhoso pelo qual era conhecido entre os sul-africanos, tinha sido hospitalizado por várias vezes ao longo dos últimos anos. Desde setembro que estava a receber tratamento em casa. Herói da luta contra o Apartheid, ex-líder do Congresso Nacional Africano (ANC) e Prémio Nobel da Paz, Mandela deixa um legado de paz, coragem e união à África do Sul e ao mundo.
Na página oficial de Nelson Mandela no Facebook foi colocada uma citação do ex-presidente, de 1996, em várias línguas, incluindo o português: "A morte é inevitável. Quando um homem fez o que considera seu dever para com seu povo e seu país, pode descansar em paz. Acredito ter feito esse esforço, e é por isso, então, que dormirei pela eternidade."
Em 2006, num documentário da MSNBC, Mandela falou sobre a morte: "Gostaria que se dissesse, 'Aqui jaz um homem que fez o seu dever na Terra', é tudo". Não se sabe para já se esse seu desejo será cumprido com tal simplicidade, mas o ex-chefe do Estado sul-africano bem pode estar certo de que cumpriu o seu dever.
Após 27 anos passados na prisão, 18 dos quais passados na Robben Island, enfrentou um regime racista branco, tendo-se preparado em várias outras ocasiões para morrer (quando estava a ser julgado e se preparava para ouvir a sentença pensava que ela seria a pena de morte).
Sem desejo de vingança, sem rancor acumulado, conseguiu uma transição para a democracia sem lugar para vinganças, tendo lançado as bases daquilo a que arcebispo anglicano Desmond Tutu chamou uma Nação Arco-Íris. E sempre através do exemplo, dando aos outros o exemplo, ensinando a perdoar.
Venceu as primeiras eleições livres na África do Sul, em 1994, tendo-se tornado o primeiro presidente negro daquela que é hoje a maior economia africana. Cumpriu apenas um mandato, deixando o poder de livre vontade, na esperança de dar o exemplo a outros líderes africanos e mundiais. Teve pouca sorte, pois poucos lhe seguiram os passos, sendo Joaquim Chissano e Pedro Pires, ex-presidentes de Moçambique e de Cabo Verde, dos poucos líderes africanos que não se agarraram de forma egoísta ao poder.
Hoje, a África do Sul, liderada pelo Presidente Jacob Zuma (que sucedeu a Thabo Mbeki no meio de uma luta fratricida pelo poder e pela liderança do ANC), enfrenta inúmeros desafios: desemprego, criminalidade elevada, conflitos laborais no setor mineiro (massacre de Marikana é uma página negra na história atual do país), com índices de pobreza ainda significativos e com números alarmantes de infectados com o VIH/Sida.
Mandela lutou sempre contra esta doença, que lhe levou um dos seus filhos, Makgatho. Em 2003, o ex-líder do ANC ofereceu o seu antigo número de prisioneiro na cadeia da ilha de Robben Island, o 46664, para servir de mote a um concerto e a uma campanha de luta contra o VIH/Sida.
"Nelson Mandela talvez seja o último dos heróis puros do nosso planeta. É o símbolo sorridente do sacrifício e da rectidão, venerado por milhões de pessoas, como um santo vivo", escreveu Richard Stengel, no seu livro 'O Legado de Mandela'. Stengel, hoje em dia editor da 'Time', foi o jornalista escolhido para ajudar o ex-líder sul-africano a escrever a sua autobiografia, 'Um Longo Caminho para a Paz'.
Nascido a 18 de julho de 1918, no Mvezo, Mandela é de etnia xhosa e membro da tribo dos tembu, tendo estudado em Fort Hare, formando-se advogado. Ao longo da sua vida casou três vezes e teve seis filhos, dos quais apenas três estão hoje em dia ainda vivos.
Com Evelyn Ntoko Mase esteve casado entre 1944 e 1958 e teve Maki 1 (nasceu em 1947 e morreu nove meses depois), Maki 2 (nasceu em 1954), Thembi (1946-1969) e Makgatho (1951-2005). Com Winnie Madkizela-Mandela esteve casado entre 1957 e 1996 e teve Zenani (nascida em 1959) e Zindzi (nascida em 1960). Com Graça Machel, viúva do ex-líder moçambicano Samora Machel, casou em 1998, quando fez 80 anos.
Foi ela a sua companheira de velhice. Em 2009, numa entrevista à CNN, Graça Machel confessava ser "de partir o coração observar o espírito e a chama de Mandela a extinguirem-se" à medida que ele envelhece. "Tem sido doloroso vê-lo envelhecer", disse ainda Machel na referida entrevista. Um ano antes, também à CNN, a ex-primeira-dama de Moçambique admitia que a única coisa que Mandela lamenta na vida é não ter passado mais tempo com os seus filhos.
Artigo Parcial

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Dia do Samba

No dia 02 de dezembro comemora-se o Dia Nacional do Samba. Instituído pela Câmara de Vereadores de Salvador, em 1940, foi parte das homenagens ao compositor Ary Barroso, que um ano antes lançara Aquarela do Brasil, a música mais conhecida, executada e regravada fora do Brasil. Todos os anos há show comemorativo do Dia do Samba, em praça pública, no Terreiro de Jesus, localizado no Pelourinho.
Fonte:http://bahia.com.br/viverbahia/festas-populares/dia-do-samba/

domingo, 1 de dezembro de 2013

FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO 2013




Depois de trazer a retrospectiva dos irmãos Taviani ao MIS, o 9º Festival de Cinema Italiano chega a outros cinco endereços paulistanos com a Mostra Contemporânea. Serão exibidos 12 títulos produzidos entre 2012 e 2013, incluindo o mais recente longa-metragem de Franco Taviani, Os Desconhecidos (Gli Sconosciuti).

A mostra acontece entre os dias 29 de novembro e 5 de dezembro e os filmes poderão ser avaliados pelo público. No dia 9 de dezembro, o longa mais votado ganhará o prêmio Magneti Marelli de Cinema Italiano. 

Fonte:
http://www.guiadasemana.com.br/evento/cinema/festival-de-cinema-italiano-2013